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Diga-me como abres seu extrato bancário e te direi quem és

23/06/2009 13h05

 

A maneira como abrimos nossos extratos bancários indica a nossa “personalidade financeira”, diz pesquisa

 

Uma pesquisa realizada no Reino Unido garante que o modo como abrimos nossos extratos bancários mostra como é a nossa “personalidade financeira”. Segundo o estudo, é possível classificar as pessoas dentro de cinco personalidades financeiras. A grande maioria, 59,3% das pessoas, pode ser classificada como “procrastinadoras” – gente que esquece de conferir os balanços, larga os extratos em qualquer lugar e segue tranqüila até receber a fatídica ligação do banco, afirma o levantamento.

 

Um segundo grupo, que reúne 24,6% das pessoas, é formado pelos “prevaricadores”, pessoas que sabem o que deve ser feito, mas mesmo assim não cumprem o acordo. Eles evitam abrir os extratos bancários a todo custo e negam que devem dinheiro ao banco. Quem visita a casa de uma pessoa dessa categoria deve encontrar extratos escondidos por todo canto, longe da vista.

 

A terceira categoria é dos “acumuladores”, que respondem por 13,7%. Ao contrário dos “prevaricadores”, eles gostam de conferir seus extratos no momento em que chegam, motivados pelo medo de perder dinheiro ou pela alegria de ver que suas aplicações engordando e dando bons frutos. Esse tipo abre a correspondência bancária com prazer, saboreando cada minuto antes de se deleitar com a leitura dos números.

 

Uma pequena proporção de pessoas, aproximadamente 2%, se encaixa na categoria dos “validadores”. São pessoas que gastam só para se exibirem e que buscam reconhecimento e validação para suas atitude – ou porque isso faz com que se sintam melhor. Eles abrem seus extratos com estardalhaço, amassam o envelope, mas não dão muita atenção às informações e logo se cansam daquilo, partindo novamente para as compras.

 

Por último, com apenas 0,4%, aparecem os “gastadores”, pessoas que não conseguem controlar o impulso de compra a ponto de se afundarem em dívidas. Para eles, os sites de compras, as butiques de luxo, grifes e todo tipo de consumo são quase como o ar que se respira. Extratos? Para que se incomodar, já que eles vão continuar gastando...

 

O estudo, encomendado pela revista Reader's Digest, analisou os hábitos de gasto de 1.417 adultos no Reino Unido, antes de chegar às classificações. A conclusão foi de que a maioria das pessoas não tem controle sobre suas finanças.

 

 

IBRADEC – 18/06/2009

Fonte: Época NEGÓCIOS Online